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Blog › Novidade: RIPEMD-160 no gerador de hash
Novidade no gerador de hash: o RIPEMD-160 chegou como chip de algoritmo extra
Se já procuraste RIPEMD-160 nesta ferramenta e não o encontraste, isso mudou. O gerador de hash ToolPico acaba de ganhar este algoritmo de 160 bits como opção adicional, ao lado do SHA3-256 e do SHA3-512. Aqui explicamos exatamente o que foi acrescentado e como o ativar.
O que mudou exatamente
Resposta rápidaO gerador de hash ToolPico passou a incluir o RIPEMD-160 como algoritmo extra opcional, selecionável através de um novo chip na barra de opções, junto aos chips já existentes de SHA3-256 e SHA3-512. Não substitui nenhum algoritmo anterior — é uma adição.
Até agora, a ferramenta calculava sete algoritmos: MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384, SHA-512 (ativados por defeito) e SHA3-256/SHA3-512 (como chips opcionais). O RIPEMD-160 entra agora como um oitavo chip disponível, na mesma barra de opções onde já estavam os dois SHA3 — basta um clique para o ligar, tal como qualquer outro algoritmo extra.
Onde encontrar: na secção de geração da ferramenta, por baixo da caixa de texto ou da zona de carregamento de ficheiro, existe uma fila de "chips" com os nomes dos algoritmos. O RIPEMD-160 aparece nessa fila, ao lado de MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384, SHA-512, SHA3-256 e SHA3-512.
O que é o RIPEMD-160
Resposta rápidaRIPEMD-160 é um algoritmo de hash criptográfico que produz um resumo de 160 bits (40 caracteres hexadecimais), desenvolvido na Europa nos anos 90 como alternativa independente à família MD/SHA da altura.
Ao contrário do MD5 ou da família SHA-2, que têm origem em desenvolvimentos ligados à NSA/NIST nos Estados Unidos, o RIPEMD-160 nasceu de um projeto académico europeu, com um desenho interno diferente mas com o mesmo comprimento de resumo do SHA-1 (160 bits). Ficou conhecido sobretudo por aparecer em determinados sistemas de carteiras de criptomoedas e nalgum software de código aberto mais antigo, onde ainda hoje é preciso, por vezes, reproduzir esse valor exato.
Tecnicamente, é calculado inteiramente com JavaScript puro diretamente no navegador — tal como já acontecia com o MD5 — em vez de depender da API Web Crypto do navegador (que só oferece SHA-1 e a família SHA-2 nativamente). Isso significa que continua a valer a mesma promessa de privacidade desta ferramenta: nada do que escreves ou carregas sai do teu dispositivo.
Como ativar o RIPEMD-160 na ferramenta
Resposta rápidaAbre o
gerador de hash, localiza a fila de chips de algoritmo por baixo do campo de texto ou de ficheiro, e clica no chip
«RIPEMD-160» para o ativar. Depois clica em
«Gerar hash» como habitualmente.
Passo a passo, num exemplo hipotético:
- Abre o separador «Texto» e escreve ou cola o conteúdo que queres verificar — por exemplo, a mesma frase de teste "Hello World" já usada nos exemplos da ferramenta.
- Na fila de chips de algoritmo, clica em RIPEMD-160 para o marcar como ativo (fica destacado, tal como MD5 ou SHA-256 já estão por defeito).
- Clica em «Gerar hash». O resultado aparece na mesma lista dos restantes algoritmos ativados, com o rótulo "RIPEMD-160" e o valor calculado em hexadecimal (ou Base64, se tiveres mudado o formato de saída).
- Usa o botão de cópia junto a esse resultado para o colar noutro sistema que precises de comparar.
O mesmo funciona no separador «Ficheiro»: ativa o chip antes de carregares o ficheiro (ou depois, antes de clicares em gerar), e o RIPEMD-160 passa a fazer parte do conjunto de hashes calculados para esse ficheiro — incluindo no modo de hashing em lote com vários ficheiros ao mesmo tempo.
Quando é que este algoritmo é realmente útil
Resposta rápidaO RIPEMD-160 é útil sobretudo quando precisas de reproduzir ou confirmar um valor calculado por outro sistema que já o usa — não como escolha para novos projetos, onde o SHA-256 continua a ser a recomendação por defeito.
Num cenário ilustrativo: imagina que estás a inspecionar um script antigo, ou uma ferramenta de linha de comandos de código aberto, que apresenta um valor rotulado "RIPEMD160" junto a um ficheiro ou endereço. Sem esta ferramenta, terias de instalar uma biblioteca dedicada ou escrever código só para confirmar esse valor. Com o chip ativado, basta carregar o mesmo texto ou ficheiro aqui e comparar visualmente o resultado.
Fora desse tipo de cenário de compatibilidade ou verificação cruzada, não há motivo para preferir o RIPEMD-160 a algoritmos mais modernos: continua a fazer sentido usar SHA-256 para integridade geral, SHA-384/SHA-512 quando é preciso uma margem de segurança maior, e HMAC-SHA-256 quando é preciso autenticar a origem de uma mensagem, não só confirmar que não mudou.
Experimenta o novo chip RIPEMD-160 agora
Ativa-o na barra de opções do gerador de hash e compara-o lado a lado com os outros sete algoritmos, gratuitamente e no navegador.
Abrir o gerador de hash →
Perguntas frequentes
O RIPEMD-160 substitui algum dos algoritmos que já existiam?
Não. O RIPEMD-160 foi adicionado como um chip de algoritmo opcional, ao lado do MD5, da família SHA-2 e do SHA3 — nenhum algoritmo existente foi removido ou substituído. Por defeito continua desativado; ativa-se clicando no chip «RIPEMD-160» na barra de opções, tal como já acontecia com o SHA3-256 e o SHA3-512.
Porque é que o RIPEMD-160 não vinha ativado por defeito?
Os cinco algoritmos ativados por defeito (MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384, SHA-512) cobrem a grande maioria dos casos de uso comuns, como a verificação de integridade de ficheiros. O RIPEMD-160, tal como o SHA3-256/512, fica disponível como opção extra para não sobrecarregar a lista principal com algoritmos de nicho que a maioria das pessoas nunca vai precisar de calcular.
O cálculo do RIPEMD-160 também é feito no navegador?
Sim. Tal como o MD5 e o CRC32, o RIPEMD-160 é calculado com JavaScript puro diretamente no navegador — sem depender da API Web Crypto nem de qualquer pedido a um servidor. O texto ou ficheiro processado nunca sai do teu dispositivo.
O RIPEMD-160 funciona tanto para texto como para ficheiros?
Sim. Depois de ativares o chip «RIPEMD-160» na barra de opções, o valor é calculado tanto no separador «Texto» como no separador «Ficheiro», exatamente como os restantes algoritmos, incluindo no hashing em lote de múltiplos ficheiros.
Faz sentido usar RIPEMD-160 em vez de SHA-256 num projeto novo?
Normalmente não. Para trabalho novo, o SHA-256 continua a ser a escolha recomendada por defeito. O valor do RIPEMD-160 nesta ferramenta está sobretudo em reproduzir ou verificar hashes que já existem noutro sistema que o utiliza — não em adotá-lo para novas assinaturas ou verificações.
Nota de metodologia: este artigo é apenas informativo e não substitui verificações formais de segurança em contextos críticos. Os exemplos e cenários apresentados são hipotéticos/ilustrativos, não estatísticas reais; os valores de hash exatos dependem sempre dos dados processados.