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Vais vender um produto ou etiquetar uma caixa de envio? Eis qual código de barras usar

UPC-A, EAN-13, Code 128, ITF-14... com tantos formatos de código de barras, é fácil escolher o errado e acabar com etiquetas que o teu leitor de caixa não consegue ler. Este guia explica, em situações reais, qual formato faz sentido, como funciona o dígito de controlo, e quando descarregar em PNG ou em SVG.

Índice

Qual formato de código de barras escolher, por situação

Resposta rápidaPara um produto de retalho vendido nos EUA/Canadá usa UPC-A; para o comércio internacional usa EAN-13 (ou EAN-8 em embalagens pequenas); para números de série internos ou etiquetas de logística usa Code 128; para caixas de envio usa ITF-14. Em caso de dúvida, Code 128 é o mais flexível.

A escolha do formato depende sobretudo de quem vai ler o código de barras e onde. Uma caixa registadora de retalho espera um formato reconhecido pela indústria — UPC-A ou EAN-13 — associado a um GTIN real emitido pela GS1. Já um armazém interno, um sistema de gestão de encomendas, ou uma etiqueta de prateleira não precisam de seguir esse padrão internacional: podem usar Code 128, Code 39 ou MSI livremente, porque o único requisito é que o teu próprio sistema consiga ler o que gerou.

Por exemplo, uma pequena loja de artesanato que vende peças através de uma plataforma própria não precisa de comprar códigos EAN — pode gerar números de série internos em Code 128 (ex.: ART-2026-0043) e usá-los apenas para o seu próprio inventário. Já uma marca que vai colocar o produto numa prateleira de supermercado físico normalmente terá de obter um GTIN junto da GS1 e gerar o UPC-A ou EAN-13 correspondente.

SituaçãoFormato recomendadoDígitos
Produto de retalho — EUA/CanadáUPC-A12
Produto de retalho — internacionalEAN-13 (ou EAN-8)13 (ou 8)
Número de série interno / logísticaCode 128variável
Caixa de envio / embalagem exteriorITF-1414
Etiqueta industrial / leitor antigoCode 39variável
Nota: um GTIN real (para UPC-A/EAN-13) só é atribuído pela GS1 — o gerador desenha o código de barras a partir do número que forneceres, mas não emite nem regista números novos.

O que é o dígito de controlo (e porque importa)

Resposta rápidaO dígito de controlo é o último algarismo de formatos como UPC-A, EAN-13 e ITF-14, calculado automaticamente a partir de uma soma ponderada dos dígitos anteriores, para que um leitor detete erros antes de o número ser aceite num sistema de caixa ou inventário.

Imagina que introduzes manualmente um número de 12 dígitos para UPC-A, mas trocas dois algarismos por engano. Sem um mecanismo de verificação, esse erro só seria descoberto quando o produto chegasse à caixa e o código de barras fosse recusado ou, pior, associado ao produto errado. O dígito de controlo resolve isto: é calculado a partir dos outros dígitos segundo uma fórmula fixa, e um leitor pode recalculá-lo instantaneamente para confirmar que o número está correto.

Na prática, isto significa que não precisas de saber a fórmula de cor — basta introduzires os 11 dígitos base de um UPC-A (ou os 12 de um EAN-13), e o gerador acrescenta automaticamente o dígito de controlo correto. Isto elimina o risco de produzires, por exemplo, um código de barras que pareça válido visualmente mas que um leitor de retalho rejeite.

PNG ou SVG: qual formato de ficheiro descarregar

Resposta rápidaUsa PNG (numa resolução mais alta, tipo 6× ou 8×) para impressoras de etiquetas, documentos e ecrãs. Usa SVG para impressão profissional, embalagem, ou qualquer ficheiro que precise de ser redimensionado sem perder nitidez.

Um exemplo hipotético: se estás a preparar um lote de 200 etiquetas de 3×2 cm para uma impressora térmica de secretária, um PNG a 4× ou 6× (aproximadamente 300-450 DPI) costuma ser suficiente para uma leitura fiável de perto. Já se o código de barras vai ser impresso numa gráfica profissional, numa caixa de cartão de grande formato ou numa embalagem que passa por várias escalas de reprodução, o SVG (formato vetorial) evita que as barras fiquem pixeladas ou desalinhadas ao ampliar.

Em qualquer dos casos, mantém um contraste forte — barras escuras sobre fundo claro — porque cores muito próximas ou fundos texturados são a causa mais comum de códigos de barras que não conseguem ser lidos por um scanner, independentemente do formato de ficheiro escolhido.

Escolhe o formato certo, ajusta a cor e o tamanho, e descarrega em PNG ou SVG — tudo grátis e sem registo.

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Perguntas frequentes

Como gero um código de barras?
Escolhe primeiro um formato — UPC-A para produtos vendidos nos Estados Unidos/Canadá, EAN-13 para o comércio internacional, ou Code 128 para texto e números de uso geral. Introduz depois o valor a codificar; para UPC-A, EAN-13, EAN-8 e ITF-14, o dígito de controlo final é calculado automaticamente. Ajusta opcionalmente a espessura das barras, a altura, a cor e a visibilidade do texto. O código de barras é apresentado instantaneamente, e podes descarregá-lo em PNG de alta resolução ou em SVG vetorial para impressão.
UPC-A ou EAN-13 — qual devo escolher?
Usa UPC-A (12 dígitos) se o teu produto é vendido principalmente nos Estados Unidos ou no Canadá — é o padrão histórico dessas caixas registadoras. Usa EAN-13 (13 dígitos) se vendes internacionalmente ou fora da América do Norte, já que é o padrão mais aceite globalmente. Em qualquer dos casos, para que o número funcione num comércio real tem de ser um GTIN válido emitido pela GS1 — este gerador desenha o código de barras a partir do número que forneces, mas não emite números novos.
O que é o dígito de controlo e porque não posso simplesmente inventar o último número?
O dígito de controlo é o último algarismo de códigos como UPC-A, EAN-13, EAN-8 e ITF-14, calculado a partir de uma soma ponderada dos dígitos anteriores. Serve para que um leitor detete erros de digitação ou falhas de leitura antes de o número entrar num sistema de caixa ou inventário. Se inventares esse dígito, o código de barras pode parecer correto visualmente mas falhar na leitura ou ser rejeitado pelo sistema do retalhista. Nesta ferramenta basta introduzires os dígitos base — o dígito de controlo correto é calculado e acrescentado automaticamente.
Devo descarregar em PNG ou em SVG?
Descarrega em PNG quando o destino é uma impressora de etiquetas, um documento, uma página web ou uma aplicação de escritório — escolhe uma resolução mais alta (6× ou 8×, aproximadamente 450-600 DPI) para etiquetas pequenas impressas de perto. Descarrega em SVG quando o código de barras vai para impressão profissional, embalagem ou um ficheiro gráfico vetorial, porque o SVG mantém a nitidez em qualquer tamanho sem perder qualidade.
Qual formato uso para etiquetas internas ou envios, em vez de retalho?
Para números de série internos, seguimento de armazém ou logística, Code 128 é normalmente a melhor escolha — aceita letras, números e símbolos sem restrição de comprimento. Para caixas de envio e embalagem exterior, ITF-14 é o padrão do setor. Code 39 continua comum em ambientes industriais mais antigos por ser amplamente suportado por leitores legados.

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Nota informativa. Este artigo é apenas informativo e não substitui as regras oficiais de simbologia da GS1 nem aconselhamento jurídico/comercial sobre requisitos de etiquetagem no teu setor ou país. Quaisquer exemplos numéricos apresentados são ilustrativos.